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 Para REFLETIR
  • "Minha biografia eu escrevo todos os dias, nos meus penamentos, atos e palavras... A perfeição pouco me importa, quero apenas ter à chance de tentar todos os dias se o melhor que posso..." (Vanne Barendrecht)
  • "A beleza ideal está na simplicidade calma e serena". (Goethe)
  • "Ainda que o frio te queime, ainda que o medo te morda, ainda que o sol se ponha e se cale o vento... Não te Rendas.” (Mario Benedetti)
  • "Sempre que houver alternativas, tenha cuidado.... Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar". (OSHO)
  • "Um amigo me chamou pra cuidar da dor dele, guardei a minha no bolso. E fui." (Clarice Lispector)
  • "Elegância é a arte de não se fazer notar, aliada ao cuidado sutil de se deixar distinguir". (Paul Valery)
  • “[…] não acredito que existam qualidades, modos de vida especificamente femininos: seria admitir a existência de uma natureza feminina, quer dizer, aderir a um mito inventado pelos homens para prender as mulheres na sua condição de oprimidas. Não se trata para a mulher de se afirmar como mulher, mas de tornarem-se seres humanos na sua integridade” (Simone de Beauvoir).
  • Ensinar inexiste sem aprender e vice-versa e foi aprendendo socialmente que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível ensinar. (Paulo Freire, 2000, p. 26).
  • Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino, continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar. Constatando, intervenho. Intervindo, educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade. (FREIRE, 2003, p. 29).
  • “Escrever é estar no extremo de si mesmo. E quem está assim se exercendo nessa nudez, a mais nua que há, tem pudor de que outros vejam, o que deve haver de esgar; de tiques, de gestos falhos, de pouco espetacular, na torta visão de uma alma, no pleno estertor de criar”. (João Cabral de Melo Neto, 1997, p. 108)
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